Amélia não quer mais brincar de casinha comigo. Nem de médico. Nem de papai e mamãe. Amélia me deu um “low kick” nos glúteos. Digno de um aprendiz de Bruce Lee.
Amélia, me tratava como mãe, e era flor e era puta, pura melancolia dos trópicos, algo azedo de limão, mas que descia bem com qualquer destilado.
- Amélia, por que você deixou teu dengo, teu galego, teu xodó, Amélia? – Pergunta a irmã encalhada.
E Amélia responde, cheia de certeza empertigada, e uma dor dilacerante na alma – É que o canalha não me traía, não me fazia sofrer! – dizia ela indignada – Era só, meu bem pra lá, neguinha pra cá, e me dá cheiro no cangote e rabada com agrião e azeite, mas nada de dor!
E vá deus querer brincar de contar quantas Amélias existem por cá.
(por A.C)
Amélia, é que era mulher de verdade
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Absurdo.

Outro dia entrei no Omegle, fiquei conversando com uma chinesa, ela disse que entrava na internet escondida, porque o marido dela não deixava, mas ele tinha o direito de acessar quando quisesse.Ele também não a permitia sair de casa a não ser para fazer compras ou levar os filhos à escola. Dei a ela o conselho que continuasse entrando com mais frequência e que assim que possível, largasse o marido, ela disse que não porque considerava normais as atitudes dele. Depois de muita conversa, ela também disse que há tempos não sentia prazer, aconselhei-a que se masturbasse, já que não podia sair de casa, ela achou um absurdo e desconectou.
( Por: C.O. )
p.s.: arte roubada da internet.
sábado, 17 de maio de 2008
A dona-de-casa Fantasma
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